A canção proibída
Dezembro 30, 2007, 1:37 pm
Arquivado em: poema

O teu rosto aceitável

Por detrás da tela fria de luz

 

Quanto pavor e paz.

 

Teu olhar entrecortado

 

A própria desgraça me traz

 

Que a eternidade me aprisionasse

 

No instante em que tocasse os lábios de Tielve,

 

Que a vida se dissipasse

 

em um segundo de teu afago.

 

Quanta vida te daria,

 

E até a morte entregaria

 

Por um milésimo de teu toque.

 

Quando teu sorriso existe

Por traz do vidro impessoal,

 

Sinto que a eternidade é só um passo,

 

Perto de ter sem final…

 

Mas quando teu sorriso se disperssa

 

Esmaecendo devagar

 

Junto a sala escurecida

 

Desligo a tv,

 

E retorno ao inferno da minha vida.


2 Comentários até o momento
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Nossa nesse poema a TV proporciona um breve instante de satisfação e faz esqecer das aflições inerentes a vida, cruel, real e despida.

Comentário por Marco Antonio

É ralmente é de chocar, mais depois passa, poemas ventânicos, maresiáticos, passageiros, no preludio de uma só mente não se fez o bastante no escuro de todo o espaço não se fez luz,apenas luz não se fez.
Iludido por pensamentos momentaneos, pondo fim no seu tédio, satisfazendo seu EGO é esse o poeta supremo ?
Não o poeta supremo se chama amigo ,amante ,amor.
Marcius você é amigo pra todas as horas e momentos .
By H.Schwarzzennegger Jr

Comentário por poetasupremo




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