A canção proibída
2 Comentários até o momento
Deixe um comentário
Dezembro 30, 2007, 1:37 pm
Arquivado em: poema
Arquivado em: poema

O teu rosto aceitável
Por detrás da tela fria de luz
Quanto pavor e paz.
Teu olhar entrecortado
A própria desgraça me traz
Que a eternidade me aprisionasse
No instante em que tocasse os lábios de Tielve,
Que a vida se dissipasse
em um segundo de teu afago.
Quanta vida te daria,
E até a morte entregaria
Por um milésimo de teu toque.
Quando teu sorriso existe
Por traz do vidro impessoal,
Sinto que a eternidade é só um passo,
Perto de ter sem final…
Mas quando teu sorriso se disperssa
Esmaecendo devagar
Junto a sala escurecida
Desligo a tv,
E retorno ao inferno da minha vida.
2 Comentários até o momento
Deixe um comentário
Deixe um comentário
Linhas e parágrafos quebram automaticamente, endereços de email não serão mostrados, HTML permitido:
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <pre> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>
Nossa nesse poema a TV proporciona um breve instante de satisfação e faz esqecer das aflições inerentes a vida, cruel, real e despida.
Comentário por Marco Antonio Dezembro 29, 2008 @ 7:15 pmÉ ralmente é de chocar, mais depois passa, poemas ventânicos, maresiáticos, passageiros, no preludio de uma só mente não se fez o bastante no escuro de todo o espaço não se fez luz,apenas luz não se fez.
Comentário por poetasupremo Agosto 5, 2009 @ 10:41 pmIludido por pensamentos momentaneos, pondo fim no seu tédio, satisfazendo seu EGO é esse o poeta supremo ?
Não o poeta supremo se chama amigo ,amante ,amor.
Marcius você é amigo pra todas as horas e momentos .
By H.Schwarzzennegger Jr