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As gotas negras que caem da velha ponte,
Sobrevoaram as montanhas da ilusão,
e chegaram “dor”
em meus olhos quase em sonhos.
Velhos dedos espelhados pela floresta escura e fria,
apontam os erros do passado
que são mais jovens que os de hoje.
As folhas me impedem de caminhar mais rápido,
Já não penso mais em sonhos …
Não antes de achar o sol detrás da porta.
Me expulsou de sua casa com o silêncio,
Não me disse pra ir embora
Não me pediu pra ficar,
As gotas da chuva zombavam de mim,
Enquanto ocultavam talvez, uma lágrima por ti.
Pensei em dizer não
Mas voltei, e esperei a porta se abrir
Morri.
Rosto pálido dentro do armário
Vampiros povoam meus sonhos
E dentro de mim
teu olho
que esperava o telefone tocar
pra falar com você
ouvir tua voz
lembrar de tua mão
e saber que teu sorriso já vem.
Mas você nunca veio,
e eu apodreci junto a porta fechada

Agora
mariposas de asas negras
voam por sob meu cadáver risonho.
As gotas negras caem comigo da velha ponte
Tentei atravessar pra te procurar
na liberdade que uma ilusão pueril trás,
caí …
…e não há mais você
pra me emprestar sua asas.
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Mto bom, de um estilo q me agrada. me marcou principalmente o cadáver risonho. bem forte.
Comentário por Marco Antonio Setembro 21, 2008 @ 5:41 pm